PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

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segunda-feira, 11 de abril de 2016

COMO REFOGAR COUVE (E ESPINAFRE, ALMEIRÃO, QUALQUER VERDURA): A MELHOR COUVE DO MUNDO. E A PIOR

Como eu refogava couve?
Azeite, alho, talvez cebola picadinha e, ao gosto do freguês, bacon. Uma dourada e jogava a couve. 
Enquanto refogava, saia um monte de água que depois esperava secar, ao sabor do fogo. Pronto. Era servir.
Foi assim até o dia em que um ex perguntou o que eu estava fazendo. Refogando couve, é claro.
Tudo errado. Eu não refogava couve. Matava a verdura. Era a pior couve do mundo e eu não sabia.
Depois do aprendido, a receita é outra.
Vamos, mais uma vez, agora da maneira certa:
Azeite, alho, talvez cebola picadinha e, ao gosto do freguês, bacon (se incluir o bacon, ele vem primeiro, né?). Uma dourada e... aí está o segredo para a couve mais suculenta do mundo:
Quando os temperos estiverem...
no ponto, é só jogar a couve picada (fina, muito fina, finíssima) e mexer. Mexe, mexe, até murchar. Só murchar. Não se pode deixar escapar o suco, o sumo, a alma da verdura. 
Antes, eu refogava, tirava todo o sumo da couve e deixava secar. Resultado? O caldo ficava na panela, grudado, e a couve tinha gosto de palha.
Agora, a couve é suculenta. A cada mastigação, o sumo é liberado e a verdura está intacta, deliciosa.
Simples assim. Rápido assim. A melhor couve do mundo. Colhida da horta, picadinha na hora, melhor ainda.
Não pique e espere horas para refogar, pensando em adiantar tudo. O melhor é picar e, em seguida, refogar os temperos, para que a couve não resseque.
Na sopa, o segredo é o mesmo: picar no momento de usar e, simplesmente, jogar por cima da sopa pronta e quente.Mexer e servir.
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS
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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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