PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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sexta-feira, 15 de julho de 2016

FAMA ENTRE A POPULAÇÃO ALADA CAUSA EFEITOS COLATERAIS. A gente até desaprende a contar.

     Com casinha, comedouros e bebedouros, além de muitas flores e frutíferas (que no inverno pouco florem e nada frutificam), é natural que meu quintal seja habitado por bandos de passarinhos: bem-te-vis, sanhaços, saí (ou saíra) azul, canários, sibitos ou cambacicas, tiês-sangue, pica-paus brancos e pica-paus do campo, anuns, beija-flores,lavadeiras, corruíras e guriatãs ou gaturamos (A-ah! Passarinhando eu aprendo os nomes, devagarzinho). 
     Isso sem contar as tesourinhas, corujas, gaviões, quero-queros e garças,...
que não são fregueses habituais da casa, mas dos postes e calçamento.
     Bom, o caso é que a cada dia o espaço particularíssimo se enche mais de vida, carregada de palha e fios nos bicos, para a construção de novos "puxadinhos", encaixados nas árvores e arbustos, em busca de um novo e garantido lar.
     Nessa chegada constante, aprendo novos nomes (os últimos foram "saís azuis" - as fêmeas são verdes - e guriatã), associados às imagens captadas na internet. 
     O passarinhar, para registrar lealmente, precisa de equipamento sério, que não tenho. Ainda.
     Veja, a propósito, a foto ao lado, da minha saí fêmea, e a emprestada do site pássaros silvestres, aí em cima: não há comparação. 
     Nada que o dinheiro não compre: se as minhas imagens são de uma pobreza ímpar, são, por outro lado, ricas de vida; a diferença pode ser compensada com uma máquina melhor. A gente se aprimora aos poucos.
     Ontem, o Roberto ficou embarafustado: "Estou mal, mesmo. Devo estar vendo em duplicidade." Um azulzinho (saí) se empanturrou de água doce e cedeu a vez a outro (voou, né?), mas ainda estava lá. O que é isso?
     Então ele se deu conta de que havia dois casais de saís azuis. São famílias inteiras, com agregados e companhia bela, que chegam a confundir a gente. 
     Se contamos os habitantes hoje, amanhã o número já cresceu. Estamos ficando famosos entre a população alada.
No dia seguinte, sábado, visitas em casa, nova contagem: três casais de saíras azuis. 
Em tempo: não seja covarde! Jamais aprisione passarinhos, jamais compre armadilhas, arapucas. Além de crime, é uma judiação tirar a alegria das pequenas criaturas, para que você, em seu egoísmo, as aprecie, confinadas.  
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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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