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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Entre 140 e 180 milhões de pessoas vivem com alguma deficiência nas Américas

UN Photo/Evan Schneider

Cerca de 15% da população mundial — ou 1 bilhão de pessoas — vive com alguma deficiência, de acordo com o Relatório Mundial sobre Deficiência da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado em 2011. Nas Américas, esse grupo é estimado entre 140 e 180 milhões de pessoas que enfrentam diariamente obstáculos que afetam sua saúde, acessibilidade e participação na sociedade.
No âmbito do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, observado ontem (3), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) lembrou que a prevalência das deficiências tende a aumentar nos próximos anos, em razão do...
envelhecimento da população mundial e do aumento global de doenças crônicas, como diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e distúrbios de saúde mental.
Algumas das barreiras relacionadas à saúde enfrentadas por pessoas com deficiência estão ligadas à ausência de políticas claras para lidar com a deficiência no setor de saúde e serviços inadequados de cuidados, principalmente no acesso à reabilitação e pessoal adequado.
Embora muitos países já tenham começado a tomar medidas para melhorar a vida das pessoas com deficiência, ainda há muito a ser feito. Entre as recomendações da OPAS para superar os obstáculos estão a formulação de políticas, programas e planos de saúde abordando a deficiência; tornar os sistemas de saúde mais abrangentes; investimento no desenvolvimento de serviços de reabilitação e prestação de colaboração técnica; e introdução de mudanças estruturais no contexto dos cuidados de saúde, além da utilização de equipamentos com características de design universal, fornecendo informações em formatos adequados e capacitando os recursos humanos.
Um exemplo de experiência bem sucedida nas Américas é o desenvolvimento de programas de detecção precoce e intervenção da deficiência e a implementação da estratégia de reabilitação baseada na comunidade. Além da implementação de normas de acessibilidade — com ênfase na estratégia de design universal — na maioria dos países da região e da assinatura de pactos sobre os direitos desse grupo, como a Política Andina de Atenção às Pessoas com Deficiência.
“A deficiência afeta todos os setores da sociedade e os políticos precisam reconhecer e promover a saúde e o bem-estar de todas as pessoas como um direito humano fundamental, independentemente de sua condição funcional”, disse o consultor regional sobre Deficiência OPAS/OMS, Armando Vasquez. “A partir desta perspectiva, deve-se criar uma nova cultura de respeito pela diferença e pela diversidade de promover a igualdade de oportunidades e de ética social e política”, acrescentou.
Fonte: ONU
Blog parceiro, cadastrado.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches

Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

Conheça mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações sobre questões de Direito, português, poemas e crônicas ("causos"): http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567
Esteja à vontade para perguntar, comentar, questionar ou criticar. Acompanhe.Terei muito prazer em recebê-lo.
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week!

Estarei em férias no período de 20 de dezembro a 6 de janeiro.
Desejo a todos, desde já, um excelente Natal e um ano novo pleno de realizações!


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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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