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RECICLAR É PRECISO

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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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sexta-feira, 28 de junho de 2013

PAISAGEM URBANA: O CHARME DOS DETALHES. FACHADAS

Nas grandes cidades, passamos pelas ruas sem atenção aos detalhes. 
Quando precisamos, recorremos a arquitetos, revistas, internet, sem, às vezes, idéia do que queremos (sabemos mais do que não queremos).
O orçamento curto, precisamos visualizar como seria, se fosse assim ou assado.
Aqui estão imagens de fachadas. Nada sofisticado, nada de revista. Apenas imagens que retratam sobrados, grandes, pequenos, um prédio, casas. São portões, janelas, paredes trabalhadas, grades, floreiras e calçadas.
Às vezes, o imóvel nem é tão lindo. Mas existe um detalhe que chama a atenção. É o charme dos detalhes que quero sublinhar. Talvez você veja além do que vi, além do que vejo agora, quando divulgo as fotografias. 
Para isso posto. Para que os tais caminhos do dia-a-dia sirvam de inspiração.
Bom proveito!


Este é um sobradinho, de uma série de sobrados que seriam iguais, não fossem os detalhes próprios de cada um. Este, colorido de branco, traz grades paralelas, um vitrô, pedras e parede em chapisco. Também uma floreira. Há um hall, antes da porta de uma sala, com um tapete. A palavra de
ordem é privacidade. Não podemos ver nada, saber de nada. Mas existe luz, para iluminar o primeiro aposento.

A varanda, em cima, é do tamanho da sala (ou algo dela), embaixo. Portão diferente, grades diferentes, fachada diferente. Um toldo, pequeno. 




Aqui a segurança e o espaço para o automóvel destruiu a luminosidade da sala. É muito comum, mas não tão saudável.


Dos sobradinhos, este segue a mesma linha, em azul. Repare na janela acima da porta e na combinação de tons.

 Vista de longe. Garagens, janelas, coberturas, portas. 


Percebe o muro alto, com coqueirinhos na calçada?
Há duas janelinhas gêmeas na frente do sobrado.



 Tons neutros, arcos e retas. Uma sacada.


 Floreira, pedras e a cor laranja.


 A mesma cor, em outro arranjo: a iluminação é garantida por janelas verticais paralelas, e a porta-grade deixa passar a luz. A combinação branco e laranja ficou charmosa.


O sobradinho ao lado: belas flores na floreira, muita luz. 


 Vermelho, flores, lanças e vitrô. O fundo da floreira é em azulejos brancos.


 Azulejos laranja e parede amarela. Esta porta é larga, diferente.


 Azul e branco.



 Vidro. Muito vidro, combinado com pedras.


Porta e portão de alumínio. Acima do portão, a entrada de luz.


 A iluminação da escadaria fica por conta dos blocos de vidro. Balaústres nas varandas e no muro. As grades são, também, diferentes. Tons neutros.



 O sobrado ao lado. E uma parte de mais um, que pode ser melhor analisado abaixo.


 Cor de vinho, bege, branco.


 Portão de alumínio e a varanda.


 O bambu sobre a grade de alumínio que serve de muro e, abaixo, maria sem vergonha.


 Bege e marrom.



 Este fechamento é diferente. Veja o detalhe abaixo.



 Portão de madeira.


 Pedra marrom, portão de madeira preto. Uma floreira para colorir.


 A calçada em ondas, o portão de grade.


 Portões em alumínio.


 Mais sobradinhos. 
Este apresenta vários detalhes: floreira sobre o registro de água, o telhadinho para proteger a entrada, a grade sobre a entrada de automóvel.

Comente, divulgue, assine. Será sempre bem recebido!
Conheça mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações sobre questões de Direito, Português, poemas e crônicas ("causos"): http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567.
Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.


Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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