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RECICLAR É PRECISO

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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

FAZER ALMOFADAS E REFORMAR BANCOS E BANQUETAS: UM MODO BARATO E FÁCIL DE COLORIR E DAR VIDA AOS AMBIENTES. Vida e aconchego fácil de criar







Moro, agora, em uma casa de praia - ou melhor, uma casa NA praia - e os móveis que trouxe de São Paulo são sisudos, escuros, não condiziam com o perfil que queria dar ao ambiente.
Se pintar uma parede (escolha sempre a menor delas) de cor viva, pendurar quadros ou um vaso de flores alegrará o ambiente. Também se revestir de tecido (chita florida, por exemplo) uma... (clique em "mais informações" para ler mais)
parede. A sugestão, com detalhes, foi registrada na postagem "AL CANTON DO FORUM DE SÃO BERNARDO: PORQUE A VIDA NÃO É APENAS DORMIR, TRABALHAR E COMER", disponível em http://mg-perez.blogspot.com.br/2014/12/al-canton-do-forum-de-sao-bernardo.html
Outra maneira prática e rápida de dar cara nova à sala é investir em almofadas. Sem máquina de costura, fiz tudo à mão. Isso mesmo: à mão, pontinho por pontinho, sem pressa.
Com pouco (muito pouco mesmo) é possível colorir espaços com personalidade. 

Se enjoar, basta trocar as capas ou combiná-las de forma diferente.
Pesquisei padrões (lisos, florais, com bolinhas, listrados), formatos (quadrados, redondos, cilíndricos), tamanhos e combinações em lojas e na internet. 
Serviram também de fonte de inspiração as casas dos realities Big Brother e A Fazenda (por que não?)
Depois, estudei minha paleta de cores: paredes brancas ou creme, delicadas flores em tons queimados, laranja em uma parede da sala, azul marítimo em detalhes por toda casa (a parede externa do  closet; calha e encanamento, entre horta e churrasqueira; uma parede na varanda; também o preto dos estofados, os marrons do piso e dos móveis e ainda um sofá xadrez com destaque para a cor azul. 
E muitas redes.
Procurei tecidos novos. Primeiro, em casa: um vestido, retalhos de calças jeans e de uma cortina, um acolchoado.
Se você não tem material suficiente é possível adquirir roupas interessantes em bazares e brechós a preços baixíssimos para transformá-las em peças de decoração.
É válido pensar na utilização de colchas ou toalhas que não usa mais, além de retalhos, fitas e sianinhas para patchwork ou aplicações. Ou, ainda, a pintura em tecido.
Como tinha muitos travesseiros, selecionei os melhores para meu quarto e o das visitas. 
Os demais travesseiros e um acolchoado antigo agora são enchimento de almofadas. O acolchoado passou, primeiro, pela máquina de lavar. Tudo limpo, arejado em em ótimas condições.
Uma almofada é muito especial: nela coloquei as embalagens naturais das physalis, pétalas de lavanda (secas) e sementes de graviolas, pitangas e cerejas). Supercheirosa!
Por falar em "recheios" de almofadas, deixo as sugestões: espuma, fibra sintética, flores e sementes, palha ou lã, bolinhas de isopor ou plástico e o  que você imaginar. 
Isopor ou plástico é superecológico, pois são materiais que não se decompõem na natureza; a espuma e o enchimento sintético estão à venda no comércio, e este último tem a vantagem de secar com facilidade, quando lavado (é o material de enchimento dos travesseiros e do acolchoado que usei); a palha, inclusive a de milho, sempre foi utilizada para enchimento de colchões, assim como a lã; flores e sementes são um charme à parte: flores trazem perfume e sementes, em especial as de cereja, são usadas na Europa em almofadinhas para fins terapêuticos (aquecidas no microondas, como bolsas de água quente).
O banco da varanda (que já foi nossa cama de casal em São Paulo e receberá uma postagem especial) ganhou uma almofada enorme, feita de tecido florido encorpado, presente de minha filha (as rosas são lindas, Steph)
Para dar um charme, três grandes botões vermelhos.
Sobre o almofadão, duas almofadas menores feitas com pedaços das pernas de calças jeans deixam o banco mais confortável ainda. A laranjinha com rendas é o resto de um bandó.

Este sofá preto não é mais um senhor tão sério com a companhia das almofadas feitas com uma toalhinha de mesa (flores azuis em fundo branco) e aquela que já foi um vestido florido, com acabamento em renda e amarração com fitas de cetim. 




Atrás dele? Um balcão encapado com Contact, imitando pedra. Quem não conhece se apoia nele, porque parece, mesmo, feito de pedra. É lindo.
Mais um sofá, um pouco menor e também preto, de linhas retas. Outro canto e nova composição: a mantinha laranja, duas almofadas da mesma cor e outra estampada.
Para o sofá-cama xadrez, só uma manta verde.

Outras almofadas na sala ficaram arrumadinhas neste enorme pufe: laranja e xadrez. 
Ao lado, um biombo indiano de madeira.
O acolchoado destoava do conjunto, no quarto de visitas. Não havia meios de montar uma combinação legal. Solução: ele  foi transformado em várias almofadas e passou a conferir um ar mais alegre ao quarto (é o mesmo tecido das almofadas do pufe, na sala).
As banquetas estavam enferrujadas, com o forro rasgado. Foram lixadas e pintadas com esmalte azul (marítimo, é claro) e receberam um estofamento novo, preso embaixo com grampos (grampeador de madeira). Apenas um pouco mais de espuma e um retalho daquele vestido azul.
Como elas ficam na área da churrasqueira, estão expostas à gordura e sujeira, mais do que qualquer outro móvel.
Testei então um pedacinho do tecido. Passei várias mãos de cola branca, esperei secar bem. No outro dia, judiei bastante e ele não sentiu, a não ser quando esfreguei com água. Agora, é mais fácil limpar, embora não tenha  impermeabilizado o tecido. Se molhar, não há problema. Embora a cola branca tenha a água como diluente, ela seca: fica meio leitoso, meio esbranquiçado, depois transparente. Portanto, não  exponha à chuva nem lave. Pode até receber um pano úmido, mas não ser lavado. E é claro: não vale arranhar ou rasgar.
Um pedacinho daquela cortina e um pouco de renda (25 de Março), uma pedra no fundo, palha para enchimento (coloquei apenas uma pedra, grande o suficiente para dar lastro) e uma fita (da Cacau Show) fazem dois suportes que seguram as portas da sala (gosto dela aberta em ângulo de 180º) e do meu quarto.
Acho que tenho agora almofadas suficientes, embora pense em fazer algumas para as cadeiras da cozinha e das mesas que servem a área da churrasqueira. No entanto, não entro  mais neste vestido (lindo!!!!!!!!!!!!!!) e fico num impasse: transformo a peça em outra almofada ou emagreço três quilos? Dizem que é mais difícil perder 5 quilos  do que 10 e eu acredito.
Enquanto penso a respeito, fica ele guardadinho no cesto de retalhos (ainda me inspiro a fazer patchwork e fuxicos).





















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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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