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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Objetivos do Milênio avançam mais do que o previsto e mais metas devem ser alcançadas até 2015, diz ONU

Relatório lançado nesta segunda-feira (1) afirma que ajuda financeira caiu e lacunas persistem, mas a implementação dos ODM ganha velocidade.
Foto: ONU
Foto: ONU
Com alguns dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) já alcançados, mais metas deverão ser cumpridas até a data-limite de 2015. Apesar disso, alguns desafios devem ser tradados com urgência para que haja sucesso em relação a outros objetivos, de acordo com um Relatório lançado nesta segunda-feira (1) pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.
Com base em...
estatísticas oficiais abrangentes, o Relatório dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2013mostra que as ações conjuntas dos governos nacionais, da comunidade internacional, da sociedade civil e do setor privado estão tornando realidade o cumprimento dos ODM.
Acesse aqui a matéria especial para a região da América Latina e Caribe: www.onu.org.br/?p=49578
“Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio têm sido o impulso global antipobreza mais bem-sucedido da história”, disse Ban Ki-moon. “Os ODM têm provado que objetivos focados de desenvolvimento global podem fazer uma grande diferença.”
As oito metas foram acordadas por todos os países como uma consequência da Cúpula do Milênio das Nações Unidas, em 2000.
Com a melhoria de vida de milhões de pessoas através do cumprimento das metas de redução da pobreza, do aumento do acesso a água potável, da melhoria na qualidade de vida dos moradores de favelas e da conquista da paridade de gênero no ensino primário, o Relatório afirma que o progresso notável em outras áreas significa que mais metas dos ODM podem ser alcançadas até 2015.
Milhões de vidas salvas
De acordo com o Relatório, ganhos significativos têm sido obtidos na área da saúde. Entre 2000 e 2010, as taxas de mortalidade causadas pela malária caíram mais de 25% no mundo, e cerca de 1,1 milhão de mortes foram evitadas.
As taxas de mortalidade por tuberculose a nível global e em várias regiões poderão ser reduzidas pela metade até 2015, em comparação com os níveis de 1990. Entre 1995 e 2011, um total acumulado de 51 milhões de pacientes com tuberculose foram tratados com sucesso, salvando 20 milhões de vidas.
O Relatório observa que, enquanto as novas infecções pelo HIV estão em declínio, cerca de 34 milhões de pessoas viviam com HIV em 2011. No final de 2011, 8 milhões de pessoas estavam recebendo terapia antirretroviral para o HIV ou aids nas regiões em desenvolvimento e a meta dos ODM de acesso universal à terapia antirretroviral continua acessível até 2015 se as tendências atuais forem mantidas, afirma o Relatório.
A meta de reduzir pela metade a porcentagem de pessoas que sofrem de fome até 2015 está ao nosso alcance, diz o Relatório. A proporção de pessoas subnutridas no mundo diminuiu de 23% em 1990-1992 para 15% em 2010-2012.
É necessário acelerar
Em todo o mundo, a taxa de mortalidade de crianças menores de cinco anos caiu em 41% – de 87 mortes por mil nascidos vivos em 1990 para 51 em 2011, o que significa 14 mil mortes a menos de crianças por dia. Cada vez mais, as mortes de crianças se concentram nas regiões mais pobres; o primeiro mês de vida é o mais vulnerável.
Globalmente, a taxa de mortalidade materna diminuiu 47% ao longo das últimas duas décadas, de 400 para 210 mortes maternas por 100 mil nascidos vivos entre 1990 e 2010. O Relatório observa, no entanto, que o cumprimento desta meta dos ODM – de redução dos números de 1990 em 3/4 – exigirá intervenções aceleradas e forte apoio de políticas para mulheres e crianças.
Entre 2000 e 2011, o número de crianças fora da escola caiu quase pela metade – de 102 para 57 milhões – mas o Relatório infere que a muitas crianças ainda é negado o direito à educação primária. De 1990 a 2011, 1,9 bilhão de pessoas ganharam acesso a instalações sanitárias, vasos sanitários ou outra melhoria nas instalações de saneamento, mas 2,5 bilhões ainda carecem de melhorias nesta área.
O Relatório também observa que a base de recursos do planeta está em sério declínio, com perdas contínuas de florestas, espécies e populações de peixes, em um mundo que já sofre os impactos das mudanças climáticas.
Progresso desigual
O Relatório recomenda que a atenção global precisa se concentrar sobre as disparidades. O progresso em direção aos oito ODM tem sido desigual não só entre regiões e países, mas também entre grupos populacionais internos.
As pessoas que vivem em situação de pobreza ou em áreas rurais permanecem em uma desvantagem injusta. Em 2011, apenas 53% dos nascimentos em áreas rurais foram assistidos por pessoal de saúde qualificado, em contraste com 84% nas áreas urbanas. Oitenta e três por cento da população sem acesso a fontes apropriadas de água potável vivem em comunidades rurais.
Ajuda financeira em queda para países mais pobres
O cumprimento dos Objetivos é prejudicado pela redução da ajuda financeira global e os países mais pobres são os mais afetados negativamente, afirma o Relatório. Em 2012, desembolsos líquidos de países desenvolvidos para países em desenvolvimento totalizaram 126 bilhões de dólares. Isso representa uma redução de 4% em termos reais em relação a 2011, que já foi 2% abaixo dos níveis de 2010.
A queda afetou mais severamente os países menos desenvolvidos. Em 2012, a assistência bilateral oficial ao desenvolvimento para esses países caiu 13%, em torno de 26 bilhões de dólares.
No entanto, o Relatório mostra que os encargos menores da dívida e um melhor acesso ao comércio estão beneficiando os países em desenvolvimento.
ODM e agenda de desenvolvimento pós-2015
A ONU está trabalhando com governos, sociedade civil e outros parceiros para aproveitar o impulso gerado pelos ODM para a elaboração de um acordo ambicioso, mas realista, de agenda para o período após a data-limite dos ODM, no final de 2015.
O Relatório afirma que uma conclusão bem-sucedida para os ODM será um importante alicerce para uma agenda de desenvolvimento posterior, e que o volume de experiências e lições aprendidas com os ODM irão beneficiar as perspectivas de progresso contínuo.
“Através da ação acelerada, o mundo pode alcançar os ODM e gerar uma dinâmica para um quadro de desenvolvimento ambicioso e inspirador pós-2015”, afirma o secretário-geral da ONU. “Agora é a hora de intensificar os nossos esforços para construir um futuro mais justo, seguro e sustentável para todos.”
O Relatório dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, uma avaliação anual do progresso global e regional rumo aos ODM, reflete dados mais abrangentes e atualizados compilados por mais de 27 agências internacionais e da ONU e é produzido pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas. Um conjunto completo dos dados utilizados para preparar o Relatório está disponível em:http://mdgs.un.org
Fonte: ONU. Blog parceiro cadastrado.
Comente, divulgue, assine. Será sempre bem recebido!
Conheça mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações sobre questões de Direito, Português, poemas e crônicas ("causos"): http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567.
Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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