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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Um dos personagens mais importantes para a história de Itanhaém, do Brasil Colonial e da Igreja Católica, Padre José de Anchieta foi canonizado

Um dos personagens mais importantes para a história de Itanhaém, do Brasil Colonial e da Igreja Católica, Padre José de Anchieta foi canonizado hoje, quinta-feira (3), às 7 horas. Segundo informações Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a assinatura do Decreto de canonização do Beato Anchieta foi transferida pelo Papa Francisco. Anchieta viveu por muitos anos no século XVI em Itanhaém, onde suas marcas podem ser vistas até hoje.
Nesta quinta-feira houve missa na Igreja Matriz de Sant’Anna, no Centro Histórico, em homenagem a “São José de Anchieta”. Às 14 horas, foram tocados os sinos do Convento Nossa Senhora da Conceição e Igreja Matriz de Sant’Anna, Paróquia Santa Terezinha, no Belas Artes, e Igreja Nossa Senhora do Sion, no Suarão.
Diversos eventos estão sendo programados em Itanhaém para homenagear o ilustre personagem. No dia 11 de abril, 17h30, haverá missa campal dedicada a Anchieta, na Gruta Nossa Senhora de Lourdes, na Praia do Sonho. No dia 9 de junho, feriado municipal dedicado ao Padre, serão realizadas missa campal e 1ª Caminhada Passos de Anchieta, um passeio de 3 km pelos pontos turísticos e históricos ligados ao novo santo.
As marcas de Anchieta pela Cidade
Conhecida como ‘Terra de Anchieta’, Itanhaém mantém viva a memória de um dos mais reverenciados jesuítas da Igreja Católica em todo o mundo. José de Anchieta viveu na segunda cidade mais antiga do país durante o século XVI, entre 1563 e 1595. Monumentos históricos, documento raro, obra sacra, homenagens e diversas histórias vividas pelo padre podem ser lembradas em muitos pontos da Cidade, num misto de religiosidade e história contado por meio de um tour.
VIRGEM DE ANCHIETA – A imagem de Nossa Senhora da Conceição, exposta na Igreja Matriz de Sant'Anna, no Centro Histórico, é uma das mais importantes imagens sacras brasileiras, conhecida popularmente como ‘Virgem de Anchieta’. Feita de barro cozido (cerâmica), a sua origem ainda é assunto de discussão entre os muitos especialistas que a estudaram. Segundo alguns historiadores, a santa teria sido trazida por José de Anchieta ao Brasil em 1554.
MONUMENTO A ANCHIETA – Esculpido pelo escultor Luiz Morrone, mesmo autor do desenho do brasão do Estado de São Paulo, em 1956, o monumento retrata a passagem do padre por Itanhaém. Está na Praça Narciso de Andrade, no Centro Histórico.
CARTA DE BATISMO – Dentro do Museu Conceição de Itanhaém (antiga casa de Câmara e Cadeira), na Praça Narciso de Andrade, há um documento muito raro: cópia da carta de Batismo do Padre José de Anchieta.
CAMA DE ANCHIETA – Encravada entre os costões da Praia da Gruta e da Praia do Sonho, a formação rochosa foi o local escolhido pelo padre para buscar repouso e inspiração. Hoje referência em turismo ambiental e religioso, o lugar é acessado por meio de uma ponte de 220 metros de comprimento, graças à parceria entre a Prefeitura de Itanhaém e o Governo das Ilhas Canárias, em La Laguna.
POCINHO DE ANCHIETA – Conforme a lenda, o Pocinho foi construído pelos índios instruídos pelo próprio Padre José de Anchieta, para aprisionamento dos peixes durante o inverno, quando a pesca era mais abundante. Trata-se de uma formação em pedras dispostas umas sobre as outras na Praia do Cibratel.
PAINÉIS DE ANCHIETA – Um museu a céu aberto. É assim que podem ser chamados os Painéis de Anchieta, projeto foi desenvolvido visando compor o cenário juntamente com a Cama de Anchieta e a Gruta Nossa Senhora de Lourdes. A técnica usada foi aplicação de pastilhas de vidro, o que torna a obra definitiva. Os painéis foram feitos nas fachadas dos reservatórios d’águam do Morro do Paranambuco, e tem um grande alcance visual.
PÚLPITO DE ANCHIETA – É uma pequena elevação localizada na Praia dos Pescadores. Tradicionalmente tem sua imagem ligada à figura de José de Anchieta, mas hoje está ocupada por residências. Conta-se que o beato ali subia para apaziguar e catequizar os indígenas tupiniquins.
HOMENAGENS – Em memória ao célebre personagem histórico, dia 9 de junho é feriado em Itanhaém, quando uma missa campal e diversas homenagens são realizadas na Cidade. Além disso, o Paço Municipal, sede do Poder Executivo, recebeu o seu nome, e dois bairros do Município (Cidade Anchieta e Jardim Anchieta) remetem ao célebre jesuíta. Todos os anos são encenados na Cama de Anchieta a peça teatral ao ar livre Aparição da Virgem ao Beato Anchieta.
PASSOS DOS JESUÍTAS – As marcas de Padre Anchieta por Itanhaém fazem parte do roteiro peregrino e de contemplação ‘Passos dos Jesuítas – Anchieta’, da Secretaria Estadual de Turismo, iniciado em 2011. A rota vai de Peruíbe a Ubatuba e envolve 360 Km e 13 municípios. Para participar, basta se inscrever no portalwww.caminhasaopaulo.com.br.
Bibliografia: 
SÓ, José Carlos. Anchieta e Itanhaém. São Paulo: Editora Ferrari, 2009.
CALDAS, André. Itanhaém histórica: um resumo da trajetória da segunda cidade do Brasil. São Paulo: Editora Daikoku, 2011.
RÖWER, Frei Basílio. Páginas de história franciscana no Brasil. Petrópolis: Editora Vozes, 1941.
www.itanhaem.sp.gov.br
www.zwarg.com.br
www.cnbb.org.br

Fonte: Secretaria da Comunicação Social de Itanhaém

Por Maria da Glória Perez Delgado Sanches

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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