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domingo, 15 de junho de 2014

DOCES DE ABÓBORA: EM PASTA, EM PEDAÇOS, PEDRA E CAL. Receitas e dicas

A cor é linda. O sabor, também.
Mas cada um tem sua preferência: mais doce, menos doce, em pedaços, pastosa (ou desmanchada), com canela em pau, com cravos, com coco.
O básico em qualquer receita de doce de abóbora é a abóbora e o açúcar. 
Cravo e canela são especiarias que devem ser utilizadas com comedimento, para que não se tenha um "doce de cravos" com abóbora.

Como fazer doces de abóbora?
DOCE DE ABÓBORA EM PASTA
Em uma panela grande, coloque meio quilo de açúcar e um quilo de abóbora, descascada e cortada em cubos, um pedaço de canela em pau e, no máximo, quatro cravos da índia. Cozinhe em fogo lento mexendo sempre, até que a abóbora comece a desprender água. Se quiser, opte, para que o açúcar não queime, por acrescentar duas ou três colheres de água. 
Cozinhe então em fogo moderado e mexa com uma colher de pau até que os pedaços se dissolvam. Continue mexendo até que se desprenda do fundo.
Sirva frio ou gelado.

DOCE DE ABÓBORA COM COCO 
O procedimento é o mesmo. Quando os pedaços se desmancharem, acrescente 50 gramas de coco ralado.

DOCE DE ABÓBORA EM PEDAÇOS
Siga a receita do doce de abóbora em pasta, sem mexer com a colher de pau, desde a liberação de água pela abóbora. Quando a calda engrossar um pouco o doce estará pronto.

PEDRA E CAL - EM CALDA
É o doce de abóbora em pedaços, que ficam durinhos por fora e muito macios por dentro.
Prepare uma solução com dois litros de água e cal virgem (ou cal hidratada), mergulhe os cubos de abóbora nesse líquido e deixe-os de molho por duas horas. Você consegue um bom resultado, também, se deixar os cubos de molho em uma solução de dois litros de água e duas colheres de bicarbonato de sódio, por 4 a 5 horas.
Prepare uma calda com 2 litros de água e meio quilo de açúcar.
Adicione, então, os pedaços de abóbora, mantendo o fogo ligado no mínimo. O processo é lento e o cozimento deve seguir até que os pedaços comecem a murchar e a calda ter secado até apenas cobrir os pedaços. Então, desligue, tampe a panela e aguarde até o dia seguinte.

DOCE DE ABÓBORA CRISTALIZADO - PEDRA E CAL
Prepare os doces segundo a receita acima. Deixe os doces mergulhados na calda e, no dia seguinte ao preparo, escorra, passe os cubos de abóbora em açúcar cristal e deixe-os secar ao sol.

DICAS:
1) O doce de abóbora servido com sorvete de coco é incrível! A primeira vez que experimentei a iguaria foi na pousada Refúgio do Corsário, em Ubatuba. As outras? Em casa. Eu mesma preparei!
Você pode servir o doce com queijo minas, creme de leite, nata ou sorvete de nata. O resultado é, também, muito bom.
2) O doce de abóbora feito com a moranga é diferente daquele feito com a abóbora comum (pescoção ou seca). O sabor de uma e de outra não se confundem.
3) Os cravos, cozidos soltos, desmancham-se e deixam um gosto muito forte no doce (qualquer doce). Ao final, você poderá ter um doce de cravos com abóbora e não sentirá o sabor do prato que preparou. 
Use, portanto, um ou dois pedaços grandes de canela em pau e, quanto aos cravos da índia, utilize-os com parcimônia: no máximo 4 cravinhos, adicionados à calda, desde o início, nos doces em pedaços, ou quando o doce estiver com o preparo mais adiantado, nos doces em pasta, para que não desmanchem. 
Pode, também, embrulhá-los em um trapo ou saquinho antes de colocá-los na panela. Prove a calda até que o sabor da especiaria atinja o ponto ideal e jogue fora o embrulho.

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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