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terça-feira, 14 de abril de 2015

CLIENTE DE SUPERMERCADO É CONDENADO A PAGAR INDENIZAÇÃO POR INJÚRIA RACIAL

Há quase três anos, em um caixa de supermercado, em São Paulo. 
O sujeito se interessa por uma bicicleta, em oferta, mas a registradora não acusa o preço promocional.
Irritado (o estar comum aos moradores da metrópole), ofende o primeiro representante do estabelecimento à mão, ou seja, a moça do caixa: "Negrinha, periguete, burra!"
Tumulto. Colegas e frequentadores assistem a... (clique em "mais informações" para ler mais)
cena. 
Envergonhada, inconformada, a moça registra o fato em boletim de ocorrência, que dá origem a uma ação penal. Contrata advogado e ajuíza, também, uma ação cível, para a reparação dos danos morais.
O autor das ofensas, condenado no âmbito criminal, é agora também condenado na área cível, para compensar a humilhação de uma pessoa exposta em razão da cor de sua pele, no ambiente de seu trabalho, desta vez para que pague à autora R$ 25.000,00 a título de indenização, além das custas e sucumbência.
É razoável. Vivemos em estado de alerta, sujeitos todos a um trânsito caótico, incertezas, pressões inadmissíveis, deslealdade, desrespeito. Se natural o "dia de fúria" ocorrer, alguma vez, obrigue-se o infeliz desequilibrado a compensar aqueles atingidos por seu desequilíbrio. Se, por outro lado, o natural é o atacar os outros, no dia-a-dia, gratuitamente, aí tem, também, sua resposta. E a lição. 

Informações colhidas no site do TJSP, relacionadas ao processo nº 0050078-78.2012.8.26.0001

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 Maria da Glória Perez Delgado Sanches

SUPERMARKET OF CUSTOMER IS DOOMED TO PAY COMPENSATION FOR INJURY RACIAL Almost three years ago, in a supermarket cashier in Sao Paulo. The man is interested in a bike, on offer, but the register does not accuse the promotional price. Angry (the common living to the residents of the metropolis), offends the first representative of the establishment at hand ...
SUPERMERCADO DEL CLIENTE está condenado a pagar una indemnización por LESIONES Hace RACIAL Casi tres años, en una cajera de supermercado en Sao Paulo. El hombre está interesado en una moto, en oferta, pero el registro no acusa el precio promocional. Enojado (la de estar común a los residentes de la metrópoli), ofende el primer representante del establecimiento en cuestión ...
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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