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quarta-feira, 1 de abril de 2015

"FLANELINHA" É CONDENADO POR AMEAÇAR MOTORISTA

Estacionar o carro na Grande São Paulo é um problema: prédios de apartamentos, residenciais e comerciais, entradas de veículos, garagens, e pouquíssimas vagas. Sobra a ação dos "flanelinhas", que não raramente danificam os veículos daqueles que não concordam em pagar.
Em verdade, eles não cuidam dos carros e nem estão autorizados a isso. A via é pública, ora essa.
Entretanto, ai daquele que não atendê-los.
Inconformado com a situação, um motorista... (clique em "mais informações" para ler mais)
foi ameaçado registrou a ocorrência. Instaurado o processo judicial, o "flanelinha" foi condenado à prestação de serviços comunitários e ao pagamento de dez dias-multa. 
É pouco. Mas justo.
Que outros cidadãos de bem se recusem a ser extorquidos e também
ajam. 
Não serão criadas mais vagas para estacionar. Mas a cidade se sentirá mais segura.
Decisão da 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve condenação de um homem que atuava como “flanelinha” em São Bernardo do Campo pelo crime de extorsão. Ele deve prestar serviços à comunidade pelo período de 1 ano e 4 meses, além do pagamento de 10 dias-multa.
        De acordo com a denúncia, o réu teria abordado a vítima que parava seu veículo em via pública e exigido pagamento pelo estacionamento, mediante grave ameaça. Como o motorista negou, o acusado insinuou que causaria danos ao carro. Disse, ainda, que havia memorizado a placa do automóvel e que não adiantaria estacionar em outro local, pois ainda continuaria sob a ameaça.
        Em seu voto, o relator Euvaldo Chaib Filho destacou que não importa, para a decisão do processo, se a atividade exercida pelo réu seria ‘flanelinha’ ou guardador de veículo, e se estaria trabalhando de forma regular.  “A ameaça foi dirigida à obtenção de vantagem econômica o que caracteriza crime mais grave, justamente o crime de extorsão, pelo qual o réu acabou condenado. Tanto assim o é que, caso a vítima resolvesse se retratar, e remunerar o réu com alguma vantagem econômica, atendendo assim à ‘extorsão’, a questão estaria resolvida, poderia ela deixar o seu veículo estacionado na via pública, tranquilamente.”
        Os desembargadores Ivan Sartori e Camilo Léllis também participaram do julgamento, que teve votação unânime.
        Apelação nº 0019935-95.2014.8.26.0564
    Fonte:        imprensatj@tjsp.jus.br

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches

"Flanelinha" is condemned FOR THREATENING DRIVER Park the car in São Paulo is a problem: apartment buildings, residential and commercial, vehicle entrances, garages, and very few vacancies. Left the action of the keepers of cars (parking attendants), which...
"Flanelinha" es condenado por amenazar CONDUCTOR Aparcar el coche en São Paulo es un problema: edificios de apartamentos, residencial y comercial, entradas de vehículos, garajes, y muy pocas vacantes. Quede la acción de los guardianes de coches (asistentes de estacionamiento), que...
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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