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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

PÃOZINHO ASSADO NA FRIGIDEIRA: TROQUE OS CARBOIDRATOS SIMPLES PELOS COMPLEXOS E GANHE QUALIDADE DE VIDA

Facílimos de fazer, podem ser a opção para uma vida mais rica e saudável

Queria deixar de comer pão e arroz e ingerir, no lugar, carboidratos complexos, mas não...

Facílimos de fazer, podem ser a opção para uma vida mais rica e saudável

Queria deixar de comer pão e arroz e ingerir, no lugar, carboidratos complexos, mas não tenho tempo.

A diferença entre os carboidratos simples e os complexos é que os primeiros são mais pobres e absorvidos rapidamente pelo organismo: logo a gente está com fome. Além de comer mais, elevam a taxa de glicose no sangue.

Já os carboidratos complexos são digeridos lentamente pelo organismo: nos sentimos saciados e mais dispostos, pois os alimentos, neste caso, são mais nutritivos. 

Como tenho um quintal maravilhoso, pensei nas opções que a natureza me oferecia e optei pelo inhame como base para um pãozinho.

Quando as meninas eram pequenas, fazia panquequinhas: uma massa de panqueca um pouco mais grossa, quatro panquequinhas de cada vez, por "fornada". Na chapa da frigideira, fáceis de fazer, é possível dizer que são assadas.

Junto as duas coisas e crio uma nova: a panquequinha mais grossa (em torno de um centímetro de espessura), mas muito mais nutritiva.

Elegi o inhame, mas é possível fazer o pãozinho com arroz integral, grão de bico, batata doce, mandioca.

Colho o inhame no quintal, lavo, descasco, pico e guardo em potes no freezer. Quando a massa está para acabar, coloco no refrigerador um pote para preparar novos pãezinhos no dia seguinte.


COMO FAZER: MASSA BÁSICA

Bato no liquidificador o inhame picado com ovos ,uma pitada de sal (pitada, mesmo), um raminho de alecrim e folhas de manjericão. Para um quilo de inhame, um quilo e duzentos gramas, cinco ovos.

Passo para um pote grande e acrescento algumas colheres de azeite e um pouco de aveia em flocos. Sempre mexendo, agrego farinha de mandioca, devagar, até ficar cremoso, fofinho, mas firme.

É fácil chegar ao ponto certo. Na dúvida, "asse" um. Veja se está firme e fácil de espalhar.

Então é assar os pãezinhos em uma frigideira antiaderente, como pequenas panquecas gordas, em fogo baixo, até atingirem um dourado escuro (ficam bronzeadinhas).

Eles crescem um pouco (dão uma inchadinha), mesmo sem fermento. Quando embaixo estiver tostado e, em cima, mais sequinho, vire.

Na onda saudável, sempre acrescento outros ingredientes no liquidificador, além  do básico: uma pimenta preta, sem sementes (tenho na horta a Pimenta da Neide, uma pimenta preta que é ótima), alecrim e manjericão, sempre. Mas às vezes, uma banana (se você come com casca, vai com casca e tudo), uma maçã, folhas de couve ou batata doce, quiabo, abóbora ou vagem, tudo cru. 

Detalhe: a casca da abóbora pode "sacrificar" seu liquidificador. Fiz o pãozinho com uma abóbora pequena, e o aparelho reclamou. Conselho?

Cozinhe um pouco a abóbora. Vai ficar mais macio, mais molinho, e o liquidificador vai trabalhar numa boa.

Veja que tudo o que coloco no pãozinho faz bem: pimenta, aveia, verduras escuras ou coloridas, frutas, pimenta, mandioca (em farinha), inhame. Pode parecer estranho, mas a banana não deixa gosto de banana. Ao contrário, o açúcar dela dá uma equilibrada, para que os pães sirvam tanto para doces como para salgados.


A proporção de cada coisa que acrescento varia, a tal ponto que outro dia fiz pãezinhos verdes, de tanta couve que juntei (veja as últimas fotos).


A massa pode ser guardada na geladeira por até cinco, seis dias. 

Costumo fazer pãezinhos para dois dias (café da manhã, almoço, jantar, lanches), que ficam guardados no forno. Mas é possível fazer uma porção generosa de pãezinhos e guardá-la na geladeira, em um pote fechado. Você escolhe.

A pimenta e o sal dão um toque especial e não brigam com doces. Como os pãezinhos pela manhã, com geleia feita de frutos do quintal (agora, de maria-pretinha, morangos e de physalis; logo também de maracujá, abacaxi, goiaba e pitanga, que estão madurando).

Uma vez que é para seguir uma dieta natural e saudável, troque o açúcar refinado pelo demerara ou o mascavo.


No almoço, um pãozinho, um pote de verduras, legumes, molhos e uma fonte de proteína. De sobremesa, frutas. 

À tarde, o sanduíche com pãezinhos e geleia e à noite o cardápio do almoço, com variações, sempre à base de pãozinho, verduras, legumes e proteína.

Aí você pode perguntar: "Não enjoa?"

Claro que não!


Pense: você come arroz e pão todos os dias. Talvez sanduíches pobres e altamente engordativos e batatas fritas. Enjoa?

Posso mudar o gosto dos pãezinhos a cada semana, a cada hora, tanto a partir dos elementos que adiciono na composição como pelos acompanhamentos, doces ou salgados. 

Invente: acrescente sementes, cores (beterraba ou cenoura ralada), sabores. O pãozinho é seu!

No meu caso, gasto pouquíssimo com alimentação, pois a maioria do que como vem do jardim, da horta e do pomar. O pãozinho, só ele, é uma rica fonte de fibras, vitaminas, sais minerais e fibras mais do que consumiria em qualquer dieta. O organismo funciona como um relógio e a pele fica maravilhosa.

Mesmo que você tenha alguma coisa em vasos, dá para aproveitar: uma batata doce, por exemplo, pode fornecer as folhas.

Fica a dica. 


Por falar em dicas...

Você sabe fazer granola ou muesli caseira? É só clicar aqui.
Fácil, barata e deliciosa.
Também no blog você encontra dicas sobre PANCs, plantas em geral, pomar e jardim, como podar e preparar mudas, por exemplo. 


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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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