Havia nela um imenso pé de abóbora, repleto de flores amarelas, que se derramava até o chão, além de alguns tomateiros. O morador, quiçá com a intenção de não dividir o produto de sua pequena horta (que pode ter surgido naturalmente) com os passantes, arrancou... (clique em "mais informações" para ler mais)
Trocar experiências, reciclar (palavra de ordem), cuidar do jardim, do pomar, da horta, cultivar amigos, ler, estudar, olhar o mundo com olhos sempre novos. Se a natureza é exuberante, viva, dinâmica, tudo o que fica parado estagna: água, energia, vida. Daí a virtude da renovação: adiante e além, em harmonia. Lema? "Cada coisa é segundo sua utilidade". Esteja em casa.
PLANTANDO DÁ, SIM
RECICLAR É PRECISO
RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.
VOCÊ ENCONTROU O QUE QUERIA? PESQUISE. Nas guias está a matéria que interessa a você.
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quinta-feira, 18 de julho de 2013
FLOREIRA-HORTA: NÃO ADIANTA BRIGAR COM A NATUREZA.
Há mais de um ano acompanho o que acontece nesta pequena floreira, em frente a um sobradinho. Passo por ela todos os dias e sua história, nesse período, é curiosa.
Havia nela um imenso pé de abóbora, repleto de flores amarelas, que se derramava até o chão, além de alguns tomateiros. O morador, quiçá com a intenção de não dividir o produto de sua pequena horta (que pode ter surgido naturalmente) com os passantes, arrancou... (clique em "mais informações" para ler mais)
Havia nela um imenso pé de abóbora, repleto de flores amarelas, que se derramava até o chão, além de alguns tomateiros. O morador, quiçá com a intenção de não dividir o produto de sua pequena horta (que pode ter surgido naturalmente) com os passantes, arrancou... (clique em "mais informações" para ler mais)
NÃO ESTACIONE: GARAGEM. DIA. NOITE. AGORA.
Em São Paulo, como nas grandes cidades, não há lugar para estacionar. Insatisfeitos os motoristas, insatisfeitos os moradores. Os primeiros, porque procuram e não encontram uma vaga; os últimos, porque muitos motoristas não respeitam a entrada de veículos e a guia rebaixada.
Os antigos jardins deram lugar às garagens ou abrigos de veículos. Hoje o pai, a mãe e os filhos têm automóveis próprios, quando antigamente apenas o chefe da família (isso existia), se tanto, era habilitado e possuía veículo.
A superfície permeável diminuiu, o que contribui para o agravamento das enchentes.
Ao visitar amigos ou parentes, sou obrigada a deixar o carro longe, às vezes a mais de cem metros de distância do destino. Fazer o quê?
Em casa, para guardar o carro, sou obrigada a verificar qual vizinho estacionou em frente, para que o retire.
Muitos moradores usam a imaginação, seja no tocante às placas, das quais trago uma amostra, seja estendendo a faixa amarela ou o rebaixamento da guia, estas duas últimas atitudes reprováveis e sem amparo legal. Ora, se a proibição de estacionar existe, apenas, em frente à entrada e saída de veículos, nada justifica que tentem proibir o estacionamento junto ao passeio, pois a rua é pública.
Não é o que entendem, erroneamente, pois, alguns condomínios e moradores abusados.
Abusam uns, abusam outros, e a paciência vai finando, finando, até que o ilustre morador avisa: "Leia até entender: entrada e saída de veículos. Não estacione."
Conclusão: além de malcriados, muitos motoristas, semianalfabetos, são lerdos na interpretação de textos.
Haja paciência!
Os antigos jardins deram lugar às garagens ou abrigos de veículos. Hoje o pai, a mãe e os filhos têm automóveis próprios, quando antigamente apenas o chefe da família (isso existia), se tanto, era habilitado e possuía veículo.
A superfície permeável diminuiu, o que contribui para o agravamento das enchentes.
Ao visitar amigos ou parentes, sou obrigada a deixar o carro longe, às vezes a mais de cem metros de distância do destino. Fazer o quê?
Em casa, para guardar o carro, sou obrigada a verificar qual vizinho estacionou em frente, para que o retire.
Muitos moradores usam a imaginação, seja no tocante às placas, das quais trago uma amostra, seja estendendo a faixa amarela ou o rebaixamento da guia, estas duas últimas atitudes reprováveis e sem amparo legal. Ora, se a proibição de estacionar existe, apenas, em frente à entrada e saída de veículos, nada justifica que tentem proibir o estacionamento junto ao passeio, pois a rua é pública.
Não é o que entendem, erroneamente, pois, alguns condomínios e moradores abusados.
Abusam uns, abusam outros, e a paciência vai finando, finando, até que o ilustre morador avisa: "Leia até entender: entrada e saída de veículos. Não estacione."
Conclusão: além de malcriados, muitos motoristas, semianalfabetos, são lerdos na interpretação de textos.
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("causos"): https://plus.google.com/100044718118725455450/about.
Esteja à vontade
para perguntar, comentar ou criticar.
Maria da
Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC –
Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.
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EM POUCOS MESES, O PÉ DE MARACUJÁ PLANTADO PRODUZIU FLORES.
Lembra-se das postagens MEU PÉ DE MARACUJÁ OU COMO FAZER MUDAS DE MARACUJAZEIRO e COMO FAZER MUDAS DE PLANTAS?
Pois bem. Aquela mudinha floriu, em poucos meses. Produziu várias flores, que na semana seguinte já eram frutos. Grandes, pois a flor é generosa.
As flores estão aqui. As fotografias das frutas, postarei depois. O pé está frondoso, lindo e cheio de vida. Vale a pena.
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CARTAZES DE RUA. AS FLOREIRAS E OS MAL-EDUCADOS PASSANTES: FLOREIRA NÃO É ASSENTO PÚBLICO!
O camarada se esmera em cuidar de um pedacinho de terra para ver florir algumas plantas e chegam aqueles que se utilizam das floreiras como banco. Público. É uma desfaçatez!
O morador do imóvel, então, cola no azulejo, em desprestígio da harmonia, mas como último recurso para a preservação de sua pequena flora: "Por favor não sente"!!!... As plantas e flores são muito mais importantes do que os seus glúteos!!"
Custa ser educado e respeitar o pouquinho de verde que serve a você, também?
O morador do imóvel, então, cola no azulejo, em desprestígio da harmonia, mas como último recurso para a preservação de sua pequena flora: "Por favor não sente"!!!... As plantas e flores são muito mais importantes do que os seus glúteos!!"
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CONVITE. Sessão solene comemorativa do 148.º aniversário do escritor Alcindo Guanabara.
A Academia Mageense de Letras convida V. S. e familiares para a sessão solene comemorativa do 148.º aniversário do escritor Alcindo Guanabara, no próximo dia 19 de julho (sexta-feira), às 19h, no auditório da OAB-Magé (rua Dr. Domingos Bellizzi, n.º 155, em frente ao fórum), com duas palestras:
“Alcindo Guanabara em fatos e fotos”, pelo acadêmico Antônio Seixas;
“O ofício do escritor contemporâneo”, pelo Prof. Dr. Pedro Murad.
Ao final será servido um coquetel.
Saiba mais
Sobre o homenageado:
quarta-feira, 17 de julho de 2013
DETALHES TÃO PEQUENOS...
Detalhes são detalhes. Mas podem significar muito. Ou tudo.
Fiquei em dúvida se postava esta matéria neste blog de variedades ou naquele sobre dúvidas de português, GRAMÁTICA E QUESTÕES VERNÁCULAS.
A dificuldade está em querer abordar detalhes que tornam algo diferente, único, o que passa pelo sentido do termo "detalhe". Afinal, detalhe é a minudência, a particularidade, o pormenor, informação ou circunstância que torna alguma coisa ou acontecimento único, diferente dos demais.
Tanto é que detalhar é a descrição pormenorizada de algo, seja coisa, seja evento: preto, branco, colorido,
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terça-feira, 16 de julho de 2013
QUE VENHAM AS GRADES II Dezenas de grades, internas e externas. Quem sabe você não se inspira?
Mais grades. Dezenas delas, para que você possa se inspirar. Se não se pode evitar tê-las, que ao menos combinem com o gosto de cada um.
Nunca fui adepta das grades. Aliás, cheguei a ter ojeriza a elas.
Me rendi, não por afinidade, mas pela necessidade. Se não há segurança pública, o que fazer?
Somos nós os fechados por grades, enquanto a bandidagem circula, livre e solta, pelas ruas. Aliás, aí está o problema: as grades podem nos proteger dentro de casa. Há ainda os ofendículos (cerca elétrica, arames farpados, lanças), alarmes e circuitos internos, para quem pode.
Como se proteger, entretanto, ao entrar e sair de casa? É uma outra questão, que deve ser cuidada por cada um: dar uma voltinha, retardar o passo, atravessar a rua, mudar os horários. Invente suas técnicas.
Leia, a respeito:
SE É O JEITO, QUE VENHAM AS GRADES! Uma seleção de grades internas e externas. Quem sabe você, que pensa colocar uma grade nova (ou trocar a antiga) não se inspira?
OBS.: Se reproduzir a imagem, não se esqueça de identificar a fonte, ok? Assim, você me incentiva a continuar pesquisando.
Idéia de conjunto.Combinada com madeira.
Arabescos.
Grades e jardim em floreira.
Trabalho em relevo.
Detalhe.
Lanças para baixo, lanças para cima.
Detalhe.
Vidro espelhado ao fundo.
Detalhe.
Detalhe.
Direito ao dourado.
Por todos os lados.
Curvas.
Se a função é proteger...
Cinza-chumbo.
Lá atrás, as flores.
Geométrica.
Horizontais.
Fechando o arco.
O cachorro, um jardim.
Grades no portão e na janela.
Mimetismo.
A grade de fora combina com a de dentro. Vê?
Grades aqui, grades lá.
Vidro espelhado.
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.
MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!
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