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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

CARTAGENA+30: PAÍSES DA REGIÃO ADOTAM PLANO COMUM PARA ERRADICAR APATRIDIA ATÉ 2024

Compromisso foi assumido durante a comemoração do 30º Aniversário da Declaração de Cartagena para Refugiados para acabar com o problema das pessoas sem pátria na América Latina e o Caribe.
Foto de grupo da cerimônia de encerramento da Reunião Ministerial em Brasília, com adoção da Declaração e Plano de Ação de Brasil. Foto: ACNUR/B.Barata
Foto de grupo da cerimônia de encerramento da Reunião Ministerial em Brasília, com adoção da Declaração e Plano de Ação de Brasil. Foto: ACNUR/B.Barata
Países da América Latina e do Caribe concordaram nesta quarta-feira (03) em trabalhar juntos para defender e apoiar os mais altos padrões de proteção regional e internacional e também soluções inovadoras para proteger refugiados e deslocados, acabando com o problema da apatridia na região.
Estes compromissos, incluídos na Declaração e Plano de Ação do Brasil, são o principal resultado da reunião ministerial ocorrida em Brasília, que encerrou nesta
quarta-feira o processo de comemoração do 30º Aniversário da Declaração de Cartagena para Refugiados – conhecido como Cartagena+30.
A Declaração de Cartagena, que agora entra em sua quarta década, foi adotada nesta cidade colombiana em 1984. Seu texto ampliou a definição de refugiado adotado na América Latina e propôs novas abordagens para as necessidades humanitárias de refugiados e pessoas deslocadas, com um espírito de solidariedade e cooperação.
A Declaração e o Plano de Ação do Brasil reconhecem novas realidades na América Latina e no Caribe que forçam pessoas a fugir de seus países em busca de proteção. Como respostas a estas necessidades, os países desenharam novas estratégias para fortalecer as oportunidades de integração local, reassentamento, repatriação voluntária e programas de mobilidade laboral, garantindo direitos para refugiados e outros deslocados.
Os países que participaram da reunião – cerca de 30 delegações – também se comprometeram a erradicar a apatridia até 2024, tornando a América Latina e o Caribe a primeira região a responder este apelo global que tem sido feito pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR). Os países reafirmaram que toda pessoa tem direito a uma nacionalidade e que a apatridia é uma violação dos direitos humanos.
O Alto Comissário da ONU para Refugiados, António Guterres, elogiou os compromissos assumidos pelos países no Brasil, descrevendo-os como “corajosos, generosos e visionários”.
A América Latina e o Caribe têm mais de 06 milhões de pessoas em necessidade de proteção internacional, como deslocados internos, refugiados, solicitantes de refúgio e apátridas. Recentemente, a região tem lidado com milhares de crianças desacompanhadas que fogem da violência na América Central.
“Agora, o ônus da região é, com determinação, traduzir estes compromissos em ações que tenham um impacto concreto e positivo nas vidas de refugiados, deslocados e pessoas apátridas”, disse Guterres.
“Estamos testemunhando o fazer da história”, disse o Alto Comissário. Ele elogiou a América Latina e o Caribe por avançarem na papel de liderança em relação à assistência, proteção e cuidado com as populações mais vulneráveis do mundo, mostrando boas práticas em termos de proteção internacional e soluções.
O ministro da Justiça do Brasil, José Eduardo Cardozo, parabenizou a contínua cooperação da região em questões humanitárias e disse que o Brasil está honrado por acolher o importante evento Cartagena+30.
“O governo brasileiro tem uma firme determinação para que o país receba bem os estrangeiros que aqui chegam. Cabe a nós dar proteção a quem precisa, garantir que os direitos humanos sejam respeitados e temos que estar preparados para enfrentar isso. Há trinta anos, um grupo de pessoas fizeram uma declaração visionária; espero que hoje estejamos com a mesma visão pragmática”, afirmou Cardoso.
O Secretário Geral do Conselho Norueguês para Refugiados (NRC, da sigla em inglês), Jan Egeland, elogiou a Declaração e o Plano de Ação. “Outros continentes podem aprender com a América Latina e o Caribe em como encontrar na solidariedade regional a proteção e as soluções para os deslocados”, afirmou.
“Esta região tem uma sociedade civil muito organizada, que deu contribuições valiosas ao processo de Cartagena+30, durante as consultas sub-regionais que aconteceram durante todo o ano, organizadas pelo NRC. Os governos devem se valer destas consultas e utilizar a força das organizações não governamentais quando desastres, conflitos e outras formas de violência causam deslocamentos forçados”, completou o Secretário Geral do NRC.
O evento final em Brasília foi organizado pelo governo do Brasil, com o apoio do ACNUR e do NRC, com a presença de diversas organizações internacionais e agências humanitárias regionais. Quatro encontros sub-regionais na Argentina, Equador, Nicarágua e Ilhas Caimã antecederam o encontro e contribuíram para a versão final da Declaração e do Plano de Ação do Brasil.
Fonte: ONU. Blog parceiro cadastrado.
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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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