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RECICLAR É PRECISO

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

VIDA NOVA, NOVAS EXPERIÊNCIAS E O ADAPTAR-SE: EU, AO LUGAR; NÃO O LUGAR A MIM.

Agora estou conectada: instalei a internet. "Instalei", porque eu mesma fiz a instalação - muito simples, diga-se.

Casa nova, em cidade nova, novo ambiente de trabalho, fiquei sem contato com os amigos do mundo virtual por alguns dias.
No novo cenário, terei que me adaptar ao mundo novo, embora... (clique em "mais informações" para ler mais)
não tão longe do antigo. 
Às vezes, me lembro de uma pequena cidade litorânea, em Santa Catarina, onde nos hospedamos por alguns dias, na qual tudo fechava, por duas horas, durante o horário de almoço: bancas de jornal, lojas, prestadoras de serviços. A cidade hibernava.
Aqui as coisas acontecem de modo diferente. Exemplo foi, justamente, a conexão à Internet.
A primeira opção seria a instalação utilizando ondas de rádio. 
A melhor, segundo os moradores e comerciantes conhecidos. 
Foi testada, mas não havia sinal, porque um pequeno prédio (único entre as praias do entorno) bloqueia a transmissão, impedindo o acesso. 
Fomos sorteados, pois a transmissão é perfeita, mas nula apenas dentro de uma pequena faixa. 
Segundo prevê a fornecedora, teremos novas antenas na região em breve. Paciência. Não é para esta vez.
Vamos, então, de Speedy, pelo  método antigo.
No dia marcado esperou-se, esperou-se, e ninguém apareceu. 
Ontem, porém, um pacote foi lançado no jardim.
A sorte é que não quebrou nada e o aparelho veio acompanhado de cabos e manual de instrução. Não é preciso ser um técnico ou perito no assunto. 
De todo modo, o telefone fixo já estava instalado e - não vou mentir - fiz uso dele. A ajuda valeu: rápida, precisa, ganhou nota boa. Boa, não, mas excelente. 
Raridade, nestes tempos de tantas reclamações contra as companhias telefônicas. Vamos ver no que dá, mas começaram bem: dez para a atendente e zero para o entregador fantasma.
No processo de transição, sempre afirmei que é preciso nos adaptarmos ao lugar, pois é impossível esperar que o lugar se adapte a nós. 
Afinal, nós é que somos o elemento estranho.
Há muitos aposentados e filas, em bancos, lotéricas, prefeitura, supermercados, em todo lugar. 
No horário de almoço já me ajoelhei e agradeci, já fiz piquenique na praia e já caminhei pelo calçadão e pelas areias. 
Um dia, entretanto, quis fazer meu joguinho de loteria. Bastou chegar para dar meia-volta: a fila era coisa do outro  mundo!
Por falar em filas, meu marido ontem foi ao supermercado. Carrinho cheio, esperando a vez, no caixa, vê um senhor caminhando em sua direção e tomar o  próximo lugar na fila. 
A coisa veio até a garganta e aí parou (Vocês gostam mesmo de fila, né?). Olhou com compaixão para o idoso e apontou um dos três caixa vazios. Talvez seja simples distração ou costume, mesmo, o pegar filas.  
Em outro dia, caixas com filas muito pequenas no supermercado. 
A nossa não andava, por conta de uma mulher à nossa frente que não desocupava o lugar. 
Comprou, por puro pretexto, um volume de coisa simples, que não me recordo agora (Um pacote de molho de tomate; uma lata de ervilhas?), para justificar o aluguel da funcionária. 

Isso até que meu marido reclamasse da demora e a folgada retrucasse: "É que ela é minha amiga!"



Bem, a caixa pode até ser amiga da Fulana, mas a tal Fulana não pode ser amiga da caixa, caso contrário não a faria perder tanto tempo à toa, correndo o risco de ser advertida.
Talvez não seja tanto amor assim às filas, mas verdadeira má prestação de serviços. Há muito o que aprender. Por enquanto, é observar e registrar, sem me aprofundar em qualquer juízo de valor.
De todo modo, aproveitei ao máximo o período entre a longa despedida de São Paulo e o aconchegar-me a Itanhaém: despedi-me de lugares e pessoas especiais (até preparei um bota fora na roça), arrumei armários e fizemos prateleiras, expositores, transformamos a cama de casal em um lindo banco com almofadas e reformamos as banquetas da área da churrasqueira... 
...costurei diversas outras almofadas, preparamos a horta, a roça (os pés de milho já estão grandes), e novos espaços, renovamos os jardins.
 Comprei tintas para vitral e artesanato, estou fazendo fermento natural para pão caseiro e farei iogurte amanhã. Planos para uma alimentação saudável. 
Com pomar e horta em casa, é mais fácil e barato.
A casa se enche de vida a cada dia e os dias estão cada vez mais luminosos: a flor de cera que adorou o lugar que era transitório (desembestou a crescer e a florir), o filhote bem-te-vi salvo do gavião, os planos de pescar e conhecer novas praias nos próximos dias. 
E agradecer tantas dádivas recebidas. 

Há tanta coisa nova, mas cada uma delas é matéria para um papo diferente. O melhor de tudo é ser feliz e estar preparado para o recesso, que começa hoje, às 18 horas. É só acabar o expediente, né?
Seja leal. Respeite os direitos autorais. 
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Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week!


Maria da Glória Perez Delgado Sanches



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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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