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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Jovens Ticuna e Kokama expõem trabalhos sobre direitos humanos com apoio do UNICEF

Exposição com jovens e crianças produtoras. (Foto: UNICEF e PCSAN)

Exposição fotográfica, desenhos, jornais, programas de rádio e vídeos produzidos por 42 crianças e jovens Ticuna e Kokama foram apresentados ontem (13), em Tabatinga, no Amazonas, durante evento de encerramento das oficinas de comunicação promovidas pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) como parte do Programa Conjunto de Segurança Alimentar e Nutricional de Mulheres e Crianças Indígenas (PCSAN).
Os jovens de Tabatinga, Benjamin Constant e São Paulo de Olivença aprenderam a usar as diversas ferramentas de comunicação com o objetivo de registrar e disseminar direitos humanos, em especial,...
dos povos indígenas, com atenção para crianças e jovens.
“Gostei de fazer jornal, tirar foto, mexer no computador. Foi bom aprender sobre alimentação boa, faz bem para a saúde. Gostei de gravar entrevista na rádio. Aprendi que a criança tem direito a comunicação”, diz a Kokama Charliene Andrade, 10 anos.
“A oficina de comunicação me ajudou a me comunicar mais com as outras pessoas, e trocar idéias que nunca tinha feito ou praticado. Esta oficina foi muito divertida e emocionante. E nesses três módulos de jornal, fotografia, rádio e vídeo foram as melhores coisas que aprendi a praticar”, comenta o Ticuna Marcos Jhollyfer.
As Oficinas de Comunicação foram realizadas entre agosto e novembro, contando com a participação de vários parceiros locais, regionais e nacionais.
¨Já reconhecemos essa ação como uma boa prática, cuja metodologia o UNICEF disseminará com o propósito de incentivar que outras crianças e jovens indígenas sejam capacitadas no uso de ferramentas de comunicação para promoção e garantia de direitos humanos¨, afirma a coordenadora do Programa de Sobrevivência & Desenvolvimento Infantil e HIV/aids do UNICEF e responsável pelo PCSAN no UNICEF, Cristina Albuquerque.Jovens e crianças durante oficina de comunicação do UNICEF. (Foto: UNICEF e PCSAN)
O PCSAN tem sido realizado, desde 2010, por cinco organismos das Nações Unidas (FAOOITOPAS/OMSPNUDe UNICEF), em parceria com o Governo Brasileiro, representado pela Fundação Nacional do Índio (Funai); Ministério da Saúde (MS); Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e Agência Brasileira de Cooperação (ABC).
O financiamento do Programa é garantido pelo Fundo para o Alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (MDG-F), criado com recursos do Governo da Espanha. O compromisso de dar continuidade às oficinas de comunicação tem sido assegurado pelos parceiros locais do UNICEF: prefeituras municipais de Tabatinga, Benjamin Constant e São Paulo de Olivença; Funai Alto Rio Solimões; Dsei Alto Rio Solimões; lideranças indígenas das três comunidades (Umariaçu I e II, Filadélfia e Colônia São Sebastião), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Instituto Federal do Amazonas (IFAM), Rádio Nacional Alto Solimões, Organização Geral dos Professores Ticunas Bilíngues (OGPTB), Museu Maguta e Associação das Comunidades Indígenas Kokamas de São Paulo de Olivença (Acik/SPO). A rede de comunicação Amazon Sat também tem sido outra parceira das Oficinas de Comunicação.
Fonte: Rádio ONU. Veiculado em 14-11-2012.
Blogue parceiro, cadastrado. Ao reproduzir, cite a fonte.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches

Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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