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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

FAZENDO ORAÇÕES EM AZULEJOS PARA A GRUTA-ORATÓRIO. SIMPLES E RÁPIDO

Você se lembra da enorme gruta-oratório que fiz no jardim? 

Pois bem. Nela havia uma bíblia e um livrinho de orações (sutra), que estão sendo consumidos pela maresia. O que fazer?

Lembra-se também da postagem "CAMA QUE VIRA BANCO, GARRAFA QUE VIRA LUSTRE, LUSTRE QUE VIRA VASO, BANHEIRO REPAGINADO E UM MUNDO DE ALMOFADAS: O ANO COMEÇOU MUUUUITO BEM!"?

Então. Na 25 de Março comprei um ... (clique em "mais informações" para ler mais)
monte de tintas para artesanato, para brincar e decorar a casa. 

Separei alguns azulejos e neles escrevi minhas orações favoritas: o Pai Nosso; a Oração  de São Francisco e o Librame, Dios, de minha avó. Outro reservei para imprimir bons augúrios: paz, saúde, harmonia, esperança, amor, alegria, união, luz, fé e prosperidade, cercados de "loves".
Achei que o Pai Nosso foi o que ficou mais feinho (foi o primeiro), o Librame, Dios, o mais bonito (a tinta ajudou e o texto é curto) e os votos bem claros (palavras soltas,livres, preenchendo o espaço).

A tinta é própria para vitral, mas esta (150º) vai ao forno caseiro, por meia hora. Daí o trabalho deve durar mais, né?
Primeiro, em um papel, delimitei o espaço disponível.
Depois, escrevi nesse papel a oração, para me orientar.
Então tracei as linhas no azulejo, com lápis e régua e, em seguida, desenhei as letras das orações. O termo é "desenhei" mesmo, pois foram escritas com pincel beeeem fino. Me senti no século retrasado, escrevendo com penas de ganso e nanquim.
É preciso usar só um pouquinho de tinta de cada vez, pois o azulejo não absorve o líquido. Em caso de borrão, é possível corrigir o excesso com um palito de dente envolto em algodão (como fazemos para limpar as unhas pintadas) ou um cotonete.
Enquanto o azulejo não for para o forno dá para consertar, mesmo depois de seco: é só raspar, com cuidado.
Acho que ficou limpo (vou me desfazer dos livros) e mais focado: ao passear pelo jardim, não peço, apenas, proteção: as orações caminham comigo.

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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