Trocar experiências, reciclar (palavra de ordem), cuidar do jardim, do pomar, da horta, cultivar amigos, ler, estudar, olhar o mundo com olhos sempre novos. Se a natureza é exuberante, viva, dinâmica, tudo o que fica parado estagna: água, energia, vida. Daí a virtude da renovação: adiante e além, em harmonia. Lema? "Cada coisa é segundo sua utilidade". Esteja em casa.
PLANTANDO DÁ, SIM
RECICLAR É PRECISO
RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.
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quarta-feira, 29 de novembro de 2017
PRA QUE FAZER SE JÁ EXISTE TANTO FILHO NO MUNDO?
Há alguns meses, perguntada sobre quando viriam os filhos, a Carol se saiu com essa. Vai adotar, quando chegar a hora. Sem preconceito quanto à quantidade de irmãos, cor, sexo e idade: virá tudo pronto e provavelmente serão...
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quinta-feira, 3 de agosto de 2017
QUANDO VOCAÇÃO E CORAÇÃO SE ENCONTRAM
Mario Romano Maggioni é juiz. Jovem, bem apessoado, simpático, bela família.
O juiz Mário, da Vara da Infância e Juventude de Farroupilha, no interior do Rio Grande do Sul, mais do que um juiz, é um instrumento do Amor. Entusiasmado por adoções, dinâmico, seus processos duram, em média, três meses menos do que...
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segunda-feira, 13 de junho de 2016
APADRINHAMENTO AFETIVO: COMO DAR CARINHO ÀQUELES QUE JAMAIS SERÃO ADOTADOS
É muito fácil tecer considerações quando não se vivencia o problema.
Crianças e adolescentes que jamais cometeram qualquer crime vivem em abrigos, sem desenvolver laços de afeto e convivência familiar. São os órfãos da sociedade, que têm possibilidades remotas de adoção.
Ser madrinha ou padrinho é a oportunidade de se envolver com um menor, em uma experiência de apoio e afeto, sem qualquer vínculo jurídico, possibilitando a esses jovens a construção de vínculos fora da instituição em...
Crianças e adolescentes que jamais cometeram qualquer crime vivem em abrigos, sem desenvolver laços de afeto e convivência familiar. São os órfãos da sociedade, que têm possibilidades remotas de adoção.
Ser madrinha ou padrinho é a oportunidade de se envolver com um menor, em uma experiência de apoio e afeto, sem qualquer vínculo jurídico, possibilitando a esses jovens a construção de vínculos fora da instituição em...
quarta-feira, 25 de maio de 2016
HOJE É O DIA NACIONAL DA ADOÇÃO. ESCLAREÇA SUAS DÚVIDAS
O Dia Nacional da Adoção é comemorado hoje – 25 de maio. No Brasil há aproximadamente 6,5 mil crianças disponíveis
para adoção e mais de 35 mil interessados em adotar (dados do Cadastro Nacional de Adoção). São Paulo é o Estado com números
mais elevados – em torno de 1.400 crianças e 8.800 pretendentes – mas também
onde o processo de adoção costuma ser mais rápido, em média um
ano.
Muito mais do
que uma relação de afeto e solidariedade, adotar é uma...
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Não seria a hora de se repensar a roda dos expostos (ou roda dos enjeitados)?
"Recém-nascido é deixado em terreno baldio" é título de notícia veiculada pelo Estadão de 07/11/2013, sobre mais um abandono de bebê. Uma mulher encontrou um recém-nascido abandonado em um terreno baldio, em Mogi Guaçu, interior de São Paulo, em um saco de lixo. O menino, que ainda possuía o cordão umbilical, foi encaminhado pela guarda metropolitana para a Santa Casa de Mogi Guaçu. Ele pesa 2,650 quilos, está em uma incubadora e passa bem. Acionado o Conselho Tutelar, nenhum parente foi localizado. A Polícia Civil investigará quem é a mãe.
Não seria a hora de se repensar a roda dos expostos?
Notícias como a publicada pelo jornal são comuns, de tal forma que o abandono de recém-nascidos não chega a sensibilizar os leitores.
No Brasil, seguindo costume implantado na Europa, tivemos instaladas rodas dos expostos - um cilindro de madeira dividido ao meio no qual, anonimamente, crianças eram depositadas - desde o século XVIII. Enquanto durou o uso, o mecanismo foi a melhor solução para que bebês enjeitados - seja pelas regras morais, seja pela pobreza - tivessem acolhimento rápido e diminuíssem as taxas de mortalidade.
Fomos o último país a abolir a roda dos enjeitados, em 1950. Será que não seria a roda, hoje, um caminho mais digno às crianças abandonadas?
À falta de condições para cuidar do bebê somamos a dependência das drogas. O site uol (http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/09/22/bebes-abandonados-por-adolescentes-viciadas-em-crack-preocupa-autoridades-do-rio.htm) divulgou recentemente matéria sobre recém-nascidos, filhos de mães dependentes de crack e abandonados no Estado do Rio de Janeiro. Segundo a notícia, somente a 1ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso do Rio de Janeiro recebe, mensalmente, pelo menos 80 pedidos de audiência para medida protetiva de abrigamento a recém-nascidos.
Pensa-se em maneiras de atrair as mães drogadas - e muitas vezes adolescentes - para que façam acompanhamento pré-natal, dado que as crianças nascem, em geral, com problemas irremediáveis.
Não adianta fechar os olhos. Basta visitar um abrigo de menores abandonados: os pais de tais crianças e adolescentes perderam o poder familiar e pencas de irmãos que quase invariavelmente apresentam algum problema de cognição aguardam, indefinitivamente, que alguém se interesse pela adoção.
As leis não ajudam. Impõem que o adotante leve toda a prole ou nada. O processo de adoção é demorado e dramático. Muitos juízes, entretanto, colocam-se a favor do Direito - e do adotado - permitindo que irmãos sejam separados (e alguns deles, ao menos, sejam adotados).
Não seria a hora de se repensar a roda dos expostos?
Notícias como a publicada pelo jornal são comuns, de tal forma que o abandono de recém-nascidos não chega a sensibilizar os leitores.
No Brasil, seguindo costume implantado na Europa, tivemos instaladas rodas dos expostos - um cilindro de madeira dividido ao meio no qual, anonimamente, crianças eram depositadas - desde o século XVIII. Enquanto durou o uso, o mecanismo foi a melhor solução para que bebês enjeitados - seja pelas regras morais, seja pela pobreza - tivessem acolhimento rápido e diminuíssem as taxas de mortalidade.
Fomos o último país a abolir a roda dos enjeitados, em 1950. Será que não seria a roda, hoje, um caminho mais digno às crianças abandonadas?
À falta de condições para cuidar do bebê somamos a dependência das drogas. O site uol (http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/09/22/bebes-abandonados-por-adolescentes-viciadas-em-crack-preocupa-autoridades-do-rio.htm) divulgou recentemente matéria sobre recém-nascidos, filhos de mães dependentes de crack e abandonados no Estado do Rio de Janeiro. Segundo a notícia, somente a 1ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso do Rio de Janeiro recebe, mensalmente, pelo menos 80 pedidos de audiência para medida protetiva de abrigamento a recém-nascidos.
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Não adianta fechar os olhos. Basta visitar um abrigo de menores abandonados: os pais de tais crianças e adolescentes perderam o poder familiar e pencas de irmãos que quase invariavelmente apresentam algum problema de cognição aguardam, indefinitivamente, que alguém se interesse pela adoção.
As leis não ajudam. Impõem que o adotante leve toda a prole ou nada. O processo de adoção é demorado e dramático. Muitos juízes, entretanto, colocam-se a favor do Direito - e do adotado - permitindo que irmãos sejam separados (e alguns deles, ao menos, sejam adotados).
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("causos"): https://plus.google.com/100044718118725455450/about.
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Maria da
Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC –
Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.
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